Monique e Carlos partem de uma convicção simples: quem toma uma decisão desta dimensão em Portugal merece um método rigoroso, dados reais, e um único responsável a coordenar cada etapa — do primeiro dado à entrega final.
O critério de trabalho é sempre o mesmo: o resultado de quem nos contrata — nunca o lado da transação em que estamos. Perguntas sobre como trabalhamos em cada caso? Fale diretamente connosco.
Toda a análise parte de fontes oficiais: INE, Banco de Portugal, Câmaras Municipais. Não trabalhamos com estimativas de portais imobiliários. O cliente recebe informação verificável — não impressões.
Cada processo tem fases definidas, entregáveis claros e critérios objetivos de decisão. Trabalhamos a mesma estrutura em todos os projetos — do relocation ao acompanhamento de obras — porque o rigor não é opcional.
A SISO é uma equipa pequena — o trabalho é sempre feito por nós, diretamente.
Monique é advogada no Brasil, com mais de vinte e cinco anos de experiência em direito empresarial, regulatório e litígio estratégico — construída em multinacionais. Em Portugal, exerce fora do âmbito da advocacia inscrita, mas é exactamente aí que o valor da sua experiência se torna mais evidente: saber o que perguntar, o que exigir, e o que não deixar passar é uma competência que não depende de inscrição em nenhuma ordem profissional.
Na prática, Monique atua como o elo entre o cliente e os advogados e solicitadores portugueses — orientando a due diligence, definindo a estratégia de oferta e garantindo que os interesses do comprador estão permanentemente protegidos por quem os representa. É a diferença entre ter um advogado que recebe instruções e ter um advogado que é conduzido por alguém que conhece o processo de dentro.
E há uma dimensão de Monique que o percurso jurídico não esgota: uma capacidade natural de ler espaços. Ao entrar num imóvel, vê o fluxo de luz, as proporções subaproveitadas, o potencial que a decoração atual esconde. Essa leitura intuitiva — desenvolvida numa especialização real em design de interiores — transforma-se, quando necessário, num projeto concreto de releitura do layout e renovação do espaço.
Carlos é Engenheiro Eletricista e Eletrónico, formado no Brasil e membro da Ordem dos Engenheiros de Portugal — o que lhe confere autoridade técnica reconhecida para gerir e subscrever projetos de engenharia no mercado português. Ao longo de mais de vinte anos como executivo sénior, geriu operações em escala — unidades de produção, cadeias de abastecimento internacionais, equipas de mais de cem pessoas, negociações com parceiros na Noruega, no Chile e nos Estados Unidos.
É com essa mentalidade que acompanha cada processo de compra. Começa pela análise de mercado — indicadores reais do INE, evolução de preços por município, ciclos de valorização — para que o cliente chegue à negociação com dados que a maioria dos compradores simplesmente não tem. A partir daí, assume a gestão do projeto na sua totalidade: identifica as oportunidades certas, coordena visitas, conduz a negociação e, quando o imóvel precisa de obras, dirige todo o processo de coordenação — prazos, orçamentos, fiscalização técnica.
A credencial de engenheiro inscrito na OE não é apenas um detalhe administrativo: é a garantia de que a obra é acompanhada com rigor técnico real.
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Em dezembro de 2019, Carlos e Monique chegaram ao Porto com algumas malas, dois filhos — a Duda, então com dezasseis anos, e o Victor, com seis — e uma decisão tomada. Não vieram explorar. Vieram ficar.
E ao longo dos meses seguintes, ao navegarem contratos, orçamentos de obra, licenças e as burocracias de um país que aprendiam a conhecer, perceberam que fazia muita falta alguém que dominasse, em simultâneo, os dados do mercado, a estratégia de compra, a gestão técnica das obras e a capacidade de ver num imóvel o que ele ainda pode vir a ser.
Da análise ao projeto acabado, do primeiro dado ao último detalhe — trabalhamos do lado de quem nos contrata.
O nosso interesse é que cada cliente chegue à decisão certa para a sua vida — com o imóvel certo, ao preço justo e sem surpresas legais, ou, quando for esse o caso, com a decisão de esperar, arrendar, ou não avançar.
Se está a pensar em recomeçar em Portugal — para viver, para investir, ou simplesmente para perceber se faz sentido — estamos aqui. Tal como estivemos para nós próprios, naquela tarde de dezembro de 2019.